STM - Oficializou a entrada em exercício dos ministros
Coluna Luis Celso Borges - Edição da quarta-feira
Em solenidade realizada no dia 26 de fevereiro, o Superior Tribunal Militar (STM) oficializou a entrada em exercício dos ministros general de exército Anisio David de Oliveira Junior e general de Exército Flavio Marcus Lancia Barbosa.
Ambos tomaram posse nos dias 5 e 9 de dezembro de 2025, respectivamente, e passam a integrar formalmente o colegiado da Corte.
O ministro Anisio David de Oliveira Junior assume a cadeira anteriormente ocupada por Marco Antônio de Farias, enquanto o ministro Flavio Marcus Lancia Barbosa sucede Odilson Sampaio Benzi, ambos aposentados em 2025.
Os dois já haviam tomado posse em dezembro de 2025, em cerimônias internas. Agora, foram apresentados no plenário do Tribunal. O STM é responsável por julgar, em última instância, crimes militares.
Os dois já haviam tomado posse em dezembro de 2025, em cerimônias internas. Agora, foram apresentados no plenário do Tribunal. O STM é responsável por julgar, em última instância, crimes militares.
A cerimônia contou com a presença do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro; do ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Marcos Antonio Amaro dos Santos; do comandante do Exército, general de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva; do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Teodoro Silva Santos; e do procurador-geral da Justiça Militar, Clauro Roberto de Bortolli. Também prestigiaram o evento os ex-ministros do STM general de Exército Marco Antônio de Farias e general de Exército Odilson Sampaio Benzi, além do tenente-brigadeiro do ar William de Oliveira Barros e do ex-ministro José Coêlho Ferreira. (Fonte e fotos: ACS/STM).

Marinha debate regulação nuclear naval diante da descarbonização da navegação
A Marinha do Brasil (MB) promoveu, na sexta-feira (27), o Primeiro Seminário de Regulação Nuclear Naval no Brasil, realizado na Escola de Guerra Naval (EGN), no bairro da Urca, no Rio de Janeiro. Organizado pela Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade (SecNSNQ), o evento debateu o papel da regulação nuclear diante da evolução tecnológica do setor marítimo, especialmente no contexto da descarbonização da navegação, tema presente na agenda marítima global.

O Seminário reuniu autoridades, reguladores, especialistas e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater o marco regulatório nuclear aplicado aos ambientes marítimo e fluvial, com ênfase na construção de um sistema seguro, moderno e alinhado às melhores práticas globais. Foram realizados dois painéis temáticos: o primeiro, “A visão do regulador no Brasil”, e o segundo, “Perspectivas do operador no Brasil”.
Ao longo das discussões, os participantes trataram da adaptação segura e harmonizada do arcabouço regulatório nacional, dos desafios emergentes do setor e as perspectivas para o emprego comercial de reatores nucleares modulares. A programação contou, ainda, com palestra magna da Diretora-Geral Adjunta da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Karine Herviou, que afirmou que o tema possui caráter prospectivo e vem ganhando relevância crescente no âmbito da AIEA e de seus Estados-membros.
A dirigente ressaltou que diversos países desenvolvem pequenos reatores nucleares voltados ao ambiente marítimo, tanto para aplicação em terra quanto offshore. As tecnologias vêm sendo consideradas para a geração de energia elétrica e para aplicações não elétricas, como aquecimento distrital, dessalinização, fornecimento de calor para processos industriais, produção de hidrogênio e propulsão marítima, o que, em suas palavras, confirma “o amplo alcance e os benefícios da ciência e tecnologia nucleares.” (Fonte e fotos: Agência Marinha de Notícias).

Marinha amplia assistência médica em comunidades no Pará
Entre os dias 2 e 12 de fevereiro, o Navio de Assistência Hospitalar(NAsH) “Sargento Lima” realizou a operação Ação de Assistência Hospitalar(ASSHOP) 2026, levando serviços de saúde a áreas de difícil acesso no Pará, sendo que algumas delas nunca antes atendidas. A ação, que foipossível graças as características do NAsH de baixo calado, contemplou a Comunidade Quilombola de Santana do Arari, no município de Ponta de Pedras, a cidade de Abaetetuba e a Vila Maiauatá, em Igarapé-Miri. A equipe de saúde, composta por 12 profissionais (incluindo médicos, dentistas, enfermeiros e farmacêuticos), realizou 300 atendimentos e distribuiu mais de 2.500 medicamentos. Foram oferecidas consultas de clínica geral, vacinação e atendimento odontológico, reduzindo a necessidade de deslocamento dos moradores aos centros urbanos.
Além da saúde, a missão focou na segurança da navegação fluvial. Em parceria com o Grupo Flores Ribeirinhas, foram realizadas palestras educativas para prevenir e combater o escalpelamento, acidente causadopelo contato com eixos expostos de motores, no qual as vítimas podem ter os cabelos arrancados. A iniciativa visa conscientizar a população sobre ainstalação de proteções nas embarcações, essenciais na rotina de quem depende dos rios Abaeté e Maratauira.
O cronograma de assistência da Marinha continua nos próximos meses. Estão previstos atendimentos em comunidades do Rio Xingu, Baixo Tocantins e nas ilhas de Belém, reforçando a presença do Estado em regiões isoladas da Amazônia Oriental.
Contexto econômico e regional
A região atendida é estratégica para a economia paraense. Popularmente conhecida como a "capital mundial do açaí", Igarapé-Miri concentra a maior cadeia produtiva do fruto no mundo. É o maior produtor do Pará, e é também responsável por cerca de 28% da produção nacional, segundo dados do IBGE divulgados em 2017. Somente em 2020, o fruto movimentou mais de R$ 1,57 bilhão na economia local, com mais de 1,5 milhão de toneladas produzidas (IBGE, 2023).

Ilha de Marajó
A Ilha de Marajó possui relevância econômica destacada na pesca artesanal, no turismo ecológico e na pecuária, sendo a maior produtora de búfalos do Brasil. Apesar da importância estratégica, a região enfrenta desafios estruturais: o acesso é predominantemente fluvial e depende de marés e clima. Em muitas comunidades, o trajeto até a capital, Belém, pode levar dias, o que dificulta o acesso regular a serviços públicos essenciais. (Fonte e fotos: ACS/Com. 4º DN).

ACONTECIMENTOS EM PAUTA
LEILÕES PORTUÁRIOS - Nos últimos três anos, o Brasil consolidou um novo ciclo de megaleilões no setor portuário. Dos 26 leilões realizados no período, que somaram mais de R$ 15 bilhões em investimentos contratados, quatro projetos se destacam por superarem a marca de R$ 1 bilhão cada. Juntos, o ITG02, no Porto de Itaguaí (RJ), o Túnel Santos-Guarujá, o canal de acesso de Paranaguá e três terminais do Porto de Paranaguá concentram R$ 12 bilhões. Os projetos, distribuídos entre as regiões Sul e Sudeste, evidenciam a prioridade estratégica do Governo Federal que, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos, revê gargalos históricos, integra modais e promove a relação porto-cidade. São iniciativas que combinam inovação regulatória, novos modelos de concessão e que têm grande impacto regional. (REVISTA PORTUÁRIA).
RÓTULOS - O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na segunda-feira (2) o parecer favorável do deputado Rafael Simões ao Projeto de Lei nº 10.556/2018, que regulamenta o uso da palavra “leite” em embalagens, rótulos e publicidade de alimentos. A proposta estabelece que o termo seja reservado ao produto de origem animal, proveniente da secreção mamária de fêmeas mamíferas, conforme padrões técnicos definidos em regulamento. (SBA).
PETROLEO - O avanço das tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã trouxe mais instabilidade ao agronegócio brasileiro, principalmente nas negociações com o mercado iraniano, um dos principais compradores de milho e soja do Brasil. Em 2025, o Irã ganhou destaque entre os destinos dos grãos brasileiros, com milho e soja representando, juntos, mais de 87% das exportações brasileiras ao país. O receio de desabastecimento de petróleo e de óleos vegetais, diante dos ataques e da instabilidade na região, estimulou a valorização do óleo de soja CBOT. Nesta terça-feira (03/03), as cotações do petróleo avançaram com força, refletindo preocupações sobre um possível prolongamento do conflito no Oriente Médio, o bloqueio do Estreito de Ormuz e ataques direcionados a estruturas do setor energético.
MILHO - A semeadura do milho safrinha entra em fase de maior cautela diante do volume elevado de chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste, que retardou a colheita da soja e desacelerou o avanço da segunda safra. Em Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, além de áreas do Matopiba, os acumulados recentes ultrapassaram 80 milímetros, mantendo as atividades no campo limitadas. Em Mato Grosso, a precipitação segue acima da média e deve continuar nos próximos dias. Já na Região Sul, o cenário é diferente, o Paraná conta com tempo mais firme, o que favorece o andamento das operações, enquanto o Rio Grande do Sul apresenta recuperação das lavouras com a melhora da umidade do solo. A previsão também aponta calor mais intenso no Sul e em Mato Grosso do Sul, e, na Bahia, as chuvas recentes contribuíram para a retomada das áreas de verão.
INVESTIMENTO - O presidente da Shell Brasil, Cristiano Pinto da Costa, admite que a situação financeira da Raízen exige "uma solução estruturante e de longo prazo". Em entrevista coletiva nesta terça-feira, 3, ele informou que a petroleira já se comprometeu a injetar R$ 3,5 bilhões na capitalização da joint venture, mas cobra paridade da Cosan, sócia com 50% do capital. Segundo ele, as conversas também envolvem o BTG - novo acionista da Cosan - e bancos credores, todos conscientes da "urgência" do caso. Reuniões diárias estão sendo realizadas, informou o executivo. (ESTADÃO)
Uma maravilhosa e abençoada quarta-feira a todo. A coluna volta na quarta-feira. DEUS É BOM. https://whatsapp.com/channel/0029Vb6e7Db1iUxhoFdGFv18
Por: Coluna Luís Celso Borges
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