Base Naval deVal de Cães realiza a cerimônia do 136º Aniversário do Corpo de Engenheiros da Marinha do Brasil

Coluna Luís Celso Borges - Edição de domingo

Base Naval deVal de Cães realiza a cerimônia do 136º Aniversário do Corpo de Engenheiros da Marinha do Brasil

A Base Naval de Val-de-Cães (BNVC) realizou, em 13 de abril, a cerimônia militar alusiva ao 136º aniversário de criação do Corpo de Engenheiros da Marinha (CEM). Presidida pelo Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Adriano Marcelino Batista, a cerimônia contou com a presença dos Oficiais Engenheiros Navais da área de Belém, Servidores Civis da BNVC e convidados.

Durante a cerimônia ocorreu a imposição da Medalha “Mérito Engenharia da Marinha” a Capitão de Corveta Engenheira Naval Juliana Oliveira e Souza Spohr e ao Capitão de Corveta Engenheiro Naval Arthur Corrêa do Nascimento pela dedicação exemplar à profissão e pelo admirável interesse no aprimoramento de sua atuação na área de engenharia do Comando da Marinha.

Na ocasião também houve a entrega do Diploma de Honra ao Mérito da Engenharia da Marinha ao Suboficial (RM1) Marco Antônio Araújo Novais, concedido por sua contribuição de maneira destacada para o desenvolvimento e valorização da engenharia da Marinha.

MALHA RODOVIÁRIA PAVIMENTADA NO BRASIL

O Brasil possui apenas 14% da sua malha rodoviária pavimentada, um patamar significativamente inferior ao observado nas principais economias globais. Enquanto países como Reino Unido e França operam com 100% das rodovias pavimentadas, e grandes mercados como China (88%) e EUA (68%) apresentam níveis elevados de infraestrutura, o Brasil permanece distante mesmo de economias emergentes como Turquia (93%) e Índia (60%). Essa diferença impacta diretamente custos operacionais, previsibilidade de prazos e eficiência do transporte rodoviário.

Na comparação regional, o Brasil também apresenta desempenho inferior a pares latino-americanos como México (45%) e até mesmo Argentina (23%), apesar de possuir maior relevância econômica e territorial. O baixo nível de pavimentação aumenta a variabilidade operacional, eleva custos de manutenção de frota e limita ganhos de produtividade logística, especialmente em rotas de longa distância e escoamento de commodities. (Fonte: Prime Ilos).

PETROBRAS (PETR3, PETR4)

Atualizou o valor por ação dos juros sobre o capital anunciados em março deste ano, relativos ao quarto trimestre de 2025, no valor total de 8 bilhões. Considerando a atualização monetária somente até a data de corte, no próximo 22 de abril de 2026, o valor por ação a ser distribuído tem um acréscimo de R$ 0,02629910. Dessa forma o valor total bruto por ação atualizado é de R$ 0,65252818 (em março era de R$ 0,62622908). A petroleira reiterou que esse valor continuará sendo atualizado pela taxa Selic até as datas dos pagamentos, os quais serão feitos em duas parcelas. A primeira parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de maio de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. A segunda parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 22 de junho de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. Os valores finais atualizados de cada uma das parcelas serão comunicados ao mercado 5 dias úteis antes dos pagamentos A Petrobras divulgou também que, em reunião realizada na quinta-feira, a assembleia geral ordinária (AGO) aprovou a remuneração aos acionistas relativa ao Exercício Social de 2025, no valor total de R$ 41.235.750.000,00, representando R$ 3,19936420 por ação ordinária e preferencial em circulação. Esse valor inclui as antecipações aprovadas ao longo de 2025, e já pagas até março de 2026, devidamente corrigidas pela taxa Selic desde a data de cada um dos pagamentos até 31 de dezembro de 2025, no valor de R$ 33.164.450.734,32, além da proposta de distribuição de remuneração aos acionistas relativa ao quarto trimestre de 2025 no montante de R$ 8.071.299.265,68.

ACONTECIMENTOS EM PAUTA

CSN Mineração (CMIN3) - Divulgou na quinta-feira, (16), que, em assembleia geral ordinária e extraordinária, foi aprovada a destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, com a distribuição de dividendos adicionais ao dividendo mínimo obrigatório no montante de R$ 768.596.145,90. Esse valor corresponde a R$ 0,14149297572 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos de acordo com as posições acionárias existentes no encerramento do pregão da B3 nesta quinta-feira, 16 de abril. As ações da mineradora serão negociadas ex-dividendos a partir do dia 17 de abril. O pagamento desses dividendos será efetuado até 31 de dezembro de 2026, em data a ser informada.

Tim (B3: TIMS3; NYSE  (TIMB) - Informou na quinta-feira, 16, que antecipará para o dia 22 de abril de 2026, o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no valor de R$ 490 milhões deliberado em 24 de março de 2025, e de R$ 390 milhões deliberado em 18 de março de 2026. Esses pagamentos, inicialmente previstos para ser realizados até dia 30 de abril de 2026, mantém as condições originalmente informadas. A ‘data com’ para ter direito o valor de R$ 490 milhões foi 31/03/2025; e a ‘data com’ para ter direito o valor de R$ 390 milhões foi 23/03/2026. As ações adquiridas após estas datas estão ex-direito de distribuição de JCP. (Fontes: Empresas, ADVFN, infomoney, Finance News, Reuters).

B3 - Na próxima terça-feira, (21), é feriado nacional de Tiradentes, e, por isso, não haverá operação na Bolsa B3.

Endividamento (BRASILEIROS) - o total de adultos sem reservas financeiras era de 31% no fim do ano passado, quase um terço da população e, dos que tinham alguma economia, apenas 15% tinham recursos suficientes para durar de seis meses a um ano, mostra a 9ª pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. A pesquisa levou em conta os brasileiros com 16 anos ou mais e foi feita no fim de 2025. A maioria dos que não tinham nenhuma reserva são os mais velhos, da geração X, entre 45 e 64 anos, seguidos dos Millennials, com 30 a 44 anos, com 28%.

Vale (VALE3) - Divulgou na quinta-feira, 16, o relatório de produção e vendas do primeiro trimestre de 2026 (1T26).  A companhia reportou alta de 3% na produção do minério de ferro, em 69,67 milhões de toneladas, na comparação com o mesmo período de 2025. Tradicionalmente, o primeiro trimestre tem menor produção quando comparado ao quarto trimestre, o que explica queda de 22,9% entre o 4T25 e o 1T26.

Oncoclínicas (ONCO3) - Conseguiu na Justiça uma medida cautelar que protege a companhia contra credores por 60 dias. A rede de medicina oncológica passa por uma grave crise financeira que tem prejudicado o atendimento aos pacientes com câncer. A empresa registrou prejuízo de R$ 3,67 bilhões em 2025, e acumula dívidas que somam R$ 3,2 bilhões. Em decisão na tarde de quinta-feira, a juíza Fernanda Perez Jacomini, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), determinou a suspensão de “todas as ações e execuções, bem como de atos de constrição, que versem sobre créditos sujeitos a uma eventual recuperação judicial” e suspendeu a “exigibilidade dos créditos vencidos e a vencer dos credores estritamente vinculados ao procedimento de mediação”.

Hapvida - A fusão entre Hapvida e NotreDame Intermédica, concluída em 2021, criou um gigante avaliado em R$ 110 bilhões na B3. Menos de quatro anos depois, as ações despencaram 95%, e a operadora vive uma grave crise de credibilidade. O epicentro do problema é São Paulo. No quarto trimestre de 2025, a Hapvida perdeu 140 mil beneficiários, sendo 120 mil só no estado. A concorrente Amil, mesmo ligeiramente mais cara, oferece hospitais melhor avaliados nos planos básicos. Para reagir, a empresa contratou a BCG e reestruturou sua liderança: o ex-CFO Lucas Adib assumiu como CEO, cercado de executivos oriundos de McKinsey e BCG. Em contrapartida, a Hapvida decidiu vender sua operação na Região Sul, com 490 mil vidas. Analistas estimam um valor de R$ 1 bilhão, apenas 25% do investido. A gestora Squadra, sócia com 5% da empresa, classifica o caso como “uma das maiores destruições de valor da história do mercado de capitais brasileiro”. Agora, o novo comando tenta convencer investidores de que há um plano para tirar a empresa da UTI.

Copasa - O Tribunal de Contas de Minas deu aval para a Copasa seguir com alguns pontos necessários à privatização, como submeter o processo à B3. Mas a venda de ações que pertencem ao Estado segue proibida até que aconteça um julgamento definitivo. O governo de Minas detém 50,3% dos papéis. E eles sobem 190% em 12 meses por conta da expectativa pela privatização. (Fontes: CNBC, Agência Brasil,investing brasil,b3).

Um maravilhoso e abençoado domingo a todos, a coluna volta na quarta-feira. DEUS É BOM.

Fonte: Coluna Luís Celso Borges

Via: Agência Logística de Notícias

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