Estado entrega Nova Rua da Marinha, infraestrutura e mobilidade urbana na Grande Belém
Coluna Luís Celso Borges - Edição da sexta-feira
O Governo do Pará entregou, na manhã da quinta-feira (19), a obra de prolongamento e duplicação da Nova Rua da Marinha, em Belém. Um dos legados estruturantes da COP30, (realizada em Belém, em novembro do ano passado), a via representa mais um marco de infraestrutura e mobilidade urbana ao interligar as avenidas Augusto Montenegro e Centenário, criando um novo eixo estratégico de tráfego para a capital paraense e Região Metropolitana, beneficiando diretamente cerca de 200 mil pessoas. "É um momento em que a gente fica refletindo o porquê, no passado, isso parecia tão distante, ninguém podia fazer. Coisas grandiosas e transformadoras ficavam nas mensagens de que todos podiam e nós, não. Além das obras físicas, fica o legado de que nós podemos quando queremos e todos trabalham com o único objetivo de fazer sonhos se transformarem em realidade. Mostramos que o paraense pode e merece ter mais. Essa é uma via duplicada com alargamento, novo padrão urbano, nova organização para bairros da nossa cidade. Agradeço à Marinha e ao Governo Federal, através do BNDES, por mais essa parceria", destacou o governador do Pará, Helder Barbalho.
O chefe do Executivo estadual complementou: "Isso compõe um plano estratégico de estrutura e logística de toda essa região. Hoje, foi entregue a Nova Rua da Marinha e, em um futuro próximo, vamos avançar por essa via até o Mangueirão, uma alternativa de fluxo para o estádio pegando a margem do Igarapé São Joaquim, ligando com a Júlio César para aquela região da cidade. Ao mesmo tempo, abrindo caminho até a Mário Covas. É assim que se pensa o planejamento urbano, fazendo com que as obras públicas acompanhem o crescimento populacional".
A vice-governadora do Estado, Hana Ghassan, enfatizou a importância do investimento em um novo corredor de tráfego urbano em Belém. "Essa é uma obra importante para a cidade e região metropolitana. Ela representa diálogo, cooperação, trabalho árduo e visão de futuro. Quem mora aqui sabe a diferença dessa obra. Antes, demorava uma hora para sair e uma hora para chegar. Agora, as pessoas têm mais tempo de descanso com a família, para viver. É bom andar, conversar com a população e ouvir que essa é uma nova área com infraestrutura e lazer", enfatizou a vice-governadora Hana.

A nova avenida tem quase 3,4 quilômetros de extensão, e após a intervenção realizada pela Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop) irá reduzir congestionamentos, aumentando a segurança viária. Com a obra, estima-se que a via absorva um volume superior a 20 mil veículos por dia. "Essa obra é extraordinária, fundamental para desafogar o trânsito, garantindo uma trafegabilidade melhor em Belém, tudo isso com diversidade e preservação da natureza. Hoje é mais uma prova de que quando se trabalha em conjunto, focado nos resultados, a cidade cresce", falou o prefeito de Belém, Igor Normando. "Queria, em nome do presidente Aloizio Mercadante e toda equipe do BNDES, agradecer por essa parceria. O Banco está feliz em chegar com a força nacional, viabilizando essa e outras obras. Morei nessa rua quando era apenas um caminho. O que está sendo entregue é o que foi prometido, uma obra legado da COP30 para todas as gerações", destacou Zé Carlos, assessor do BNDES
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A Nova Rua da Marinha conta com duas pistas de mão dupla, com três faixas cada, além de canteiro central, que recebeu o plantio de cerca de 260 árvores, playground, academia ao ar livre, ciclofaixa e novas redes de drenagem e calçadas, atendendo às normas de acessibilidade.
A obra de prolongamento e duplicação da Nova Rua da Marinha tem investimento de R$ 253 milhões, por meio de uma parceria entre o Governo do Pará e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e gerou cerca de 300 empregos diretos. "Após 18 meses de muito trabalho e desafios de uma obra dessa magnitude, a Nova Rua da Marinha está entregue pelo Governo do Pará. Uma obra de infraestrutura completa com sinalização, asfalto, calçada, canteiro, ciclovia, paradas de ônibus, iluminação, equipamentos públicos como parque infantil com acessibilidade, espaço pet e academia ao ar livre para a população da redondeza, enfim, serviços que ajudam a desafogar o trânsito, garantindo mais qualidade de vida às pessoas”, falou o secretário de Obras Públicas, Ruy Cabral. (Fotos e fonte: Agência Pará).

FORMATURA DE TURISMO
Na noite da quinta-feira (12), o Centro Universitário Fibra realizou a Cerimônia de Formatura em Bacharel em Turismo no auditório do Centro na Av. Gentil Bittencourt em Belém/PA.

Entre os formandos esteve a Maria do Socorro Baia que estar na imagem com o seu filhos: Jheik Baia, Rodrigo figueiredo e a neta Ana Laura figueiredo. O colunista parabeniza, que Deus esteve nessa sua caminhada.

ACONTECIMENTOS EM PAUTA
Selic: O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu na quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. É o primeiro corte desde maio de 2024. O BC deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões por conta da guerra no Oriente Médio. O conflito foi citado quatro vezes no comunicado como fonte de incerteza para as decisões futuras.
Na reunião anterior, em janeiro, o Copom havia sinalizado a tendência de iniciar em março um ciclo de cortes na Selic, o que se confirmou. A deflagração da guerra por Estados Unidos e Israel, contudo, levou o Comitê a retomar o discurso de precaução na condução da política monetáriaA Fiesp foi direta ao classificar a política monetária como rígida demais para um país que ainda busca tração. Na leitura da entidade, juros elevados seguem travando inovação e investimento, ao mesmo tempo em que favorecem aplicações financeiras. O diagnóstico é de um ambiente ainda hostil aos negócios — e, sem demanda aquecida, difícil de justificar tamanho conservadorismo.
Tesouro Nacional: Fez na quarta-feira mais uma intervenção no mercado de títulos públicos, totalizando uma recompra líquida de R$47 bilhões em cinco leilões extraordinários promovidos na semana com o objetivo de eliminar distorções no mercado em meio à forte pressão trazida pela guerra no Oriente Médio. A marca supera a recompra ocorrida em 2020, no auge da pandemia de Covid-19, quando foram recomprados R$ 35,56 bilhões em títulos públicos. Na prática, o órgão antecipa a devolução a investidores que emprestaram recursos ao poder público, à espera de pagamento com juros no futuro. Nesse caso, os títulos recomprados venceriam entre 2028 e 2035. Em meio à guerra no Oriente Médio, o temor do Tesouro é que o impacto no preço do petróleo leve a uma venda massiva de títulos a preços inferiores, o que elevaria a oferta, fazendo as taxas de juros dispararem, uma vez que, no mercado da renda fixa, preço e taxa caminham em sentidos opostos.
MBRF (MBRF3): divulgou na quarta-feira, 18, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 91 milhões. No mesmo trimestre de 2024 (4T24) o lucro foi de R$ 1,125 bilhão. “O desempenho do trimestre foi impactado pelo aumento das despesas financeiras e pelos custos associados à reestruturação e ao processo de fusão”, afirmou a companhia. O resultado líquido consolidado atribuído ao controlador foi de R$ 358 milhões em 2025, queda de 77,9% em relação ao lucro de R$ 1,619 bilhão em 2024. O Ebitda ajustado da MBRF no 4T15 foi de R$ 3,41 bilhões, queda de 9,1% no ano. No 4T25, a receita líquida consolidada da MBRF somou R$ 43,9 bilhões, alta 4,8% em relação ao 4T24.
Bradesco impede IPO da Compass. A Cosan quer abrir o capital da Compass, sua empresa de gás. Mas não quer usar dinheiro levantado no IPO para pagar uma parte da dívida da Raízen. Um dos credores da empresa de etanol é o Bradesco, que tem uma fatia da Compass — e só vai autorizar o IPO se a Cosan der um jeito na dívida da Raízen.
Leilão de Reserva de Capacidade: O Leilão realizado ontem (18) contratou um total de cem usinas termelétricas em 20 estados. Elas fornecerão 29,6 GW de potência, o equivalente a duas Itaipus, com deságio médio de 5,5% no preço. Entre as vencedoras, Eneva, Âmbar (da holding J&F), Axia (ex-Eletrobras) e Copel. (Fontes: CNBC, Agência Brasil, investing brasil, b3)
Uma maravilhosa e abençoada quarta-feira a todos, a coluna volta no domingo. DEUS É BOM.
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