Hinode reduz fluxo burocrático de exportações após implementar Torre de Controle da Flowls

Solução eliminou controles paralelos ao centralizar os processos de comércio exterior; empresa mantém sete operações de exportação simultâneas para a América Latina

Hinode reduz fluxo burocrático de exportações após implementar Torre de Controle da Flowls

A Hinode reduziu em 59% o fluxo burocrático de suas exportações após implementar uma Torre de Controle para gerenciar operações internacionais. Desenvolvida pela Flowls, a solução eliminou controles paralelos e dashboards segregados ao centralizar os processos de comércio exterior da multinacional brasileira.

A empresa, que mantém sete operações de exportação simultâneas para a América Latina, implementou ainda um checklist automático parametrizado por tipo de carga e modal. O mecanismo passou a atuar como uma camada de controle de qualidade da operação.

De acordo com a gerente de Comex e Projetos Latam na Hinode, Mayara Caetano, gerenciar a complexidade logística e regulatória de múltiplos mercados na América Latina exige um nível de precisão que as planilhas tradicionais já não conseguem entregar. “A implementação da Torre de Controle nos trouxe a previsibilidade necessária para antecipar gargalos e tomar decisões estratégicas com base em dados consolidados em tempo real, transformando o Comex em um motor de eficiência para a expansão internacional da Hinode”, disse.

DEMANDA ESTRUTURAL

O movimento acompanha uma transformação no comércio exterior. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), na segunda semana de junho de 2026, o país registrou superávit de US$ 1,5 bilhão, corrente de comércio de US$ 15,4 bilhões, com exportações de US$ 8,4 bilhões e importações de US$ 7 bilhões.

Em comunicado, a Flowls apontou que os números sinalizam uma economia que exporta mais, mas que ainda não modernizou a infraestrutura operacional que sustenta esse volume.

A contradição é conhecida por quem opera no Comex: enquanto o fluxo de mercadorias cresce, os bastidores das exportações, especialmente para a América Latina, continuam dependentes de processos manuais, planilhas paralelas, comunicação descentralizada e rastreamento fragmentado. O resultado são custos evitáveis, retrabalho e decisões tomadas com dados incompletos.

Esse gap entre o volume exportado e a maturidade operacional das empresas é o terreno onde uma nova geração de soluções de gestão logística começa a ganhar tração no mercado brasileiro. “A Torre de Controle que construímos com a Hinode não é uma solução isolada - é um reflexo de uma demanda estrutural que está se tornando urgente para qualquer empresa que queira escalar suas exportações com segurança operacional”, comentou a COO da Flowls, Anna Valle.

Fonte: Redação - Mundo Logística

Via: Agência Logística de Notícias

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