Mães da pecuária: mulheres conciliam gestão de fazendas e criação dos filhos em MT
Coluna Luís Celso Borges - Edição de domingo
Muito antes do agro virar potência econômica em Mato Grosso, mulheres já ajudavam a construir o setor nos bastidores das fazendas, escritórios e propriedades rurais do estado. Entre planilhas, manejo de gado, lavoura e a criação dos filhos, muitas delas participaram diretamente da transformação da pecuária mato-grossense em uma das maiores do mundo.
É o caso da produtora rural Leane Altmann, de Nova Mutum, que chegou a Mato Grosso no fim da década de 1980 ao lado do marido em busca de oportunidades no interior do estado. Recém-formada e casada há pouco tempo, ela trocou o Sul do país por uma região que ainda começava a se desenvolver economicamente. Inicialmente atuando apenas na agricultura, o casal passou a investir também na pecuária após adquirir uma propriedade rural com aptidão para criação de gado. Desde então, a atividade passou a fazer parte da rotina da família.
Hoje, além das áreas agrícolas em Nova Mutum, a família também mantém uma propriedade voltada exclusivamente à pecuária em Santa Rita do Trivelato. Ao longo da trajetória, Leane conciliou maternidade, administração rural e participação ativa em entidades do setor. “Na época em que as crianças eram pequenas, eu fiquei mais na parte burocrática e também fui presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum. Meu marido cuidava mais da fazenda da porteira para dentro”, conta.

Com o crescimento dos filhos, a produtora passou a assumir também a gestão de propriedades agrícolas, enquanto o casal dividia a administração dos negócios da família. Apesar da forte ligação com o agro, Leane afirma que nunca pressionou os filhos a seguirem o mesmo caminho. Ainda assim, dois deles já atuam diretamente nas atividades da família e o caçula avalia permanecer no setor. “Eu não imaginava que teria os três meninos na sucessão. Hoje vejo meus filhos com orgulho da atividade e isso me deixa muito satisfeita como mãe”.
Para ela, uma das principais mudanças das últimas décadas foi justamente a valorização da atividade agropecuária e da figura do produtor rural. “Hoje a agropecuária tem muita tecnologia. O produtor se valorizou e a família também passou a valorizar essa atividade. Isso ajuda a manter as novas gerações no campo”.
Além da sucessão familiar, a produtora destaca os desafios econômicos enfrentados pelo setor, marcado por oscilações de mercado, custos elevados e necessidade constante de adaptação. “Eu trabalho com agropecuária por opção. É uma atividade econômica que precisa dar resultado, mas também me traz satisfação pessoal”.
A diretora executiva do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Paula Sodré Queiroz, destaca que a presença feminina tem ganhado cada vez mais força na pecuária mato-grossense, tanto na gestão das propriedades quanto na adoção de práticas sustentáveis e modernas. “A mulher pecuarista de Mato Grosso hoje não é apenas coadjuvante, ela planeja, ela decide, ela sustenta famílias e negócios, sendo uma das grandes forças do nosso agro”, afirma Paula.
Ela ressalta ainda que histórias como a de Leane representam uma geração de mulheres que ajudou a consolidar Mato Grosso como referência nacional na produção de alimentos. “Neste Dia das Mães, é importante reconhecer essas mulheres que não apenas ajudaram a construir famílias, mas também participaram da construção da pecuária do estado”. (Fonte: IMAC).

Estaleiro Rio Maguari, agora em São Paulo
É com grande satisfação que compartilhamos o início das operações e obras em nossa unidade de Araçatuba/SP. Este movimento representa não apenas a expansão da nossa capacidade produtiva, mas também o nosso compromisso com o desenvolvimento da infraestrutura naval e logística do país.
Olhar para esta foto é contemplar a força que move este projeto: as pessoas. Temos o orgulho de contar com um time que se empenha diariamente para transformar planos em realidade. Cada profissional aqui presente é peça fundamental para que essa obra ganhe forma com excelência e segurança.
Seguimos avançando, construindo o futuro com as mãos de quem entende de superação. (Photo e fonte: Ascom/Est. Rio Maguari).

Camil Alimentos tem receita líquida de R$ 11,1 bi e lucro de R$ 148 bi
A Camil Alimentos, fabricante de arroz, feijão, café, açúcar, massas, pescados e biscoitos, reportou receita líquida de R$ 11,1 bilhões no ano fiscal de 2025, encerrado em fevereiro deste ano. O resultado é 9,4% menor na comparação com 2024, quando a empresa reportou receita líquida de R$ 12,2 bilhões. O lucro líquido da Camil no ano fiscal de 2025 foi de R$ 148 bilhões, queda de 31,6% ante 2024, quando atingiu R$ 217 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia atingiu R$ 915 milhões, avanço de 0,9% frente aos R$ 907,3 milhões do ano anterior. A margem Ebitda ficou em 8,2%, ante 7,4% de um ano antes, alta de 0,8 ponto porcentual. No segmento alimentício Brasil, a receita líquida caiu 10,9%, para R$ 7,94 bilhões, ante R$ 8,915 bilhões. O segmento alimentício internacional obteve receita líquida 5,3% menor, de R$ 3,170 bilhões, ante R$ 3,348 bilhões. O volume de produtos comercializado pela empresa no ano avançou 6,7%, para 2,256 milhões de toneladas, refletindo principalmente o desempenho do internacional, com crescimento de 30,6%, impulsionado pelo maior volume no Uruguai e pela contribuição do Paraguai, parcialmente compensado por menores volumes nos demais países. No segmento internacional, o volume vendido foi de 809,8 mil toneladas. O desempenho do Brasil ficou em 1,44 milhão de toneladas. No ano, a empresa investiu R$ 463 milhões, 4% mais que em 2024, quando aplicou R$ 335 milhões. (Fonte: Estadão).

FESTIVAL DO AÇAI
A Assembleia de Deus na Ilhas das Onças, vai realizar o “13º Festival do Açai” e com um sorteio de um kit starlink mini, no valor de R$:10,00 no dia de sábado (23). Mais informações com Isleno Matos 91 99259 – 7089, Pix celular, no sábado as 8;30 do porto do açai no bairro do jurunas, estará saindo a embarcação sendo cobrado R$10,00 de colaboração no diesel.


VIA DIRETA PARÁ
O Estaleiro Rio Maguari em Araçatuba São Paulo, estar com vagas aberta de emprego para várias categorias, Envie seu currículo para: rh02.aracatuba@riomaguari.com.br
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARA), informa que foi confirmado um caso de “Influenza Aviária Alta Patogenicidade (IAAP), em uma pequena propriedade no município de Anajás no Arquipélago do Marajó, A ocorrência foi identificada em um pato-do-mato que apresentou sinais clínicos compatível coma doença.
Temas estratégicos para o futuro da indústria, como economia global, inteligência artificial aplicada aos negócios, bioeconomia, competitividade das cadeias produtivas e transição sustentável, estarão em debate no Congresso Técnico da Feira da Indústria do Pará (FIPA), que ocorrerá nos dias 21 e 22 de maio. Promovido pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), o evento já começa a divulgar os palestrantes e temas que compõem a programação.
A palestra de abertura do Congresso será no dia 21, conduzida pelo doutor em Computação Visual e mestre em Computação Aplicada e Automação Paulo Andrade. Ele apresentará o tema “A Era da IA Generativa: mais produtividade para as pequenas e médias empresas”, abordando como inteligência artificial, dados e automação podem ampliar a competitividade empresarial.
Outro destaque da programação será a participação do filósofo Luiz Felipe Pondé, com a palestra “Liderança, Mudança & Protagonismo”, que propõe uma reflexão sobre liderança em um cenário de rápidas transformações, inteligência artificial e novas dinâmicas de trabalho.
No dia 22, a palestra magna será conduzida por Alexandre Schwartsman, consultor da Pinotti & Schwartsman Associados, ex-diretor para Assuntos Internacionais do Banco Central e ex-membro do Comitê de Política Monetária (Copom). Doutor em Economia pela Universidade da Califórnia (Berkeley), ele apresentará o tema “Brasil no Tabuleiro Global – economia, risco e decisão”.
VIA DIRETA BRASIL
CARGAS - A responsabilidade dos agentes marítimos no registro de cargas no Siscomex, sistema que centraliza o controle das importações e exportações no país, ganhou destaque no comércio exterior brasileiro. Em um ambiente de maior circulação de mercadorias, com exportações projetadas acima de US$ 360 bilhões em 2026, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o tema impacta a operação das empresas. No centro do debate está a atuação desses representantes de transportadoras estrangeiras e os limites de sua responsabilidade. Para o advogado Baudilio Gonzalez Regueira, sócio do Reis, Braun e Regueira Advogados Associados, especializado em Direito Marítimo e Direito dos Transportes, a origem das divergências está na falta de clareza sobre quem responde por cada etapa da cadeia. (BETINICOMUNICAÇÃO).
NOVA IA - Uma tecnologia de inteligência climática desenvolvida pela startup brasileira i4sea, já aplicada em operações portuárias no litoral, começa a ser levada pela empresa ao interior do país, para a agricultura. A solução, que capta informações de estações meteorológicas, radares e sensores em geral, transformando-as em dados hiperlocais (em raios de um quilômetro), oferece previsões do tempo mais específicas para o território monitorado e para intervalos cronológicos que vão de algumas horas a 15 dias próximos. A tecnologia da i4sea é utilizada por operadores em portos brasileiros, como o de Santos (SP), maior da América Latina, e do Açu (RJ); ainda, do Porto de Roterdã (Holanda), o maior da Europa. Mineradoras, como a Vale, e empreendimentos de energia eólica offshore (no mar) também são usuárias da inteligência climática desenvolvida pela startup, fundada em 2015 em Salvador (BA), onde mantém sua sede. (ENGENHARIA DE COMUNICAÇÃO).
EXPOZEBU 2026 - A ExpoZebu 2026 reforça o papel de vitrine nacional da pecuária ao reunir criadores de diferentes regiões do país em Uberaba, Minas Gerais. Entre os estreantes desta edição está o conselheiro da ABCZ no Amazonas, Luiz Antônio Figueiredo, que percorreu mais de três mil quilômetros para acompanhar de perto a feira e representar a expansão da raça Tabapuã na região amazônica. Figueiredo conta que, ao chegar ao Parque Fernando Costa, teve a percepção imediata da dimensão da ExpoZebu. “Você chega e entende na hora porque a ExpoZebu é a maior feira de Zebu do planeta”, diz ele sobre a primeira impressão ao entrar no Parque Fernando Costa. (CANAL RURAL).
Um maravilhoso e abençoado domingo a todos, a coluna volta na quarta-feira, “FELIZ DIA DAS MÃES”.
Fonte: Coluna Luís Celso Borges
Via: Agência Logística de Notícias
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