USINA DA PAZ - Grupo Mônaco investe mais de R$ 60 mi em obra social e de cidadania em Altamira/PA

Coluna Luis Celso Boges - Edição de Domingo

USINA DA PAZ - Grupo Mônaco investe mais de R$ 60 mi em obra social e de cidadania em Altamira/PA
Essa é a primeira empresa da iniciativa privada a financiar, construir e entregar totalmente equipada uma unidade da Usina da Paz no Pará - Photo: (Divulgação).

O município de Altamira, no sudoeste do Pará, passa a contar com um dos mais importantes projetos de transformação social do estado. O Grupo Mônaco investiu mais de R$ 60 milhões na construção da Usina da Paz (UsiPaz) da cidade, tornando-se a primeira empresa da iniciativa privada a financiar, construir e entregar totalmente equipada uma unidade do programa no Pará.

O investimento foi formalizado por meio de contrato com o Governo do Estado e representa, segundo o presidente do Grupo Mônaco, Rui Denardin, um gesto de retribuição à cidade que marcou o início de uma trajetória empresarial de sucesso. Altamira é considerada o berço da história da família Denardin, fundadora do grupo.

A relação da empresa com o município teve início no período de colonização da Rodovia Transamazônica, quando Armindo Denardin deixou o Paraná em busca de oportunidades na região. Em condições simples e com muito trabalho, a família iniciou um pequeno negócio no setor de veículos que, ao longo das décadas, se transformou em um dos maiores grupos empresariais do país, com atuação nos segmentos de caminhões e ônibus Volkswagen, locação de veículos leves e pesados, motocicletas Honda, consórcio e veículos Fiat, Jeep, Ram e Leapmotor.

Armindo também foi reconhecido nacionalmente ao receber o prêmio “os 100 melhores prefeitos do Brasil”, resultado de uma administração marcada pelo desenvolvimento e pelo compromisso com o progresso de Altamira. Como forma de homenagem à sua trajetória e legado, a Usina da Paz leva o nome do fundador do Grupo Mônaco, reforçando o compromisso com o desenvolvimento social.

A nova Usina da Paz de Altamira integra o programa estadual que oferece mais de 70 serviços gratuitos à população, reunindo ações de cidadania, saúde, educação, cultura, esporte e capacitação profissional. O complexo contará com dois prédios principais equipados para atendimentos médicos e odontológicos, emissão de documentos e serviços de assistência social.

A estrutura inclui ainda bibliotecas, salas de estudo e informática, salas de gastronomia, espaços para aulas de dança e música, auditório, teatro, praças para eventos, oficinas, piscinas, hortas, complexo poliesportivo, quadras de areia, playground infantil, academia ao ar livre e espaço pet.

Com capacidade para atender aproximadamente mil pessoas por dia, a expectativa é de que cerca de 138.749 pessoas sejam beneficiadas direta e indiretamente pela unidade. O atendimento é voltado a todas as faixas etárias, especialmente moradores de áreas com maior índice de vulnerabilidade social.

Para Rui Denardin, a entrega da Usina da Paz tem um significado que ultrapassa o investimento financeiro. “Altamira é parte da nossa origem. Foi aqui que meu pai iniciou sua trajetória, com trabalho, coragem e muita dedicação. Investir na Usina da Paz é uma forma concreta de retribuir tudo o que essa cidade e esse estado representou para a nossa família. Queremos deixar um legado que vá além dos negócios, que transforme vidas e gere oportunidades para as próximas gerações”, disse o presidente do Grupo Mônaco.

Denardin ainda destacou que ao assumir integralmente os custos da obra, o Grupo Mônaco reforça a parceria entre iniciativa privada e poder público como caminho para ampliar o alcance de políticas sociais estruturantes. (Fonte e fotos: Ascom/Grupo Mônaco).

China impõe cotas e tarifa extra, mas mercado do boi gordo reage no Brasil

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) alertou para preocupações na cadeia pecuária brasileira após a China impor uma cota anual de 1,1 milhão de toneladas para a carne bovina do Brasil sem tarifa extra; acima desse volume, a taxa adicional é de 55%. Apesar do cenário desafiador no comércio exterior, o centro destaca que a demanda internacional pela carne brasileira segue com perspectiva de crescimento. No mercado interno, o boi gordo ganha ritmo no início de fevereiro, com preços firmes, oferta restrita de animais e bom volume de vendas no atacado. Diante das novas regras, o governo brasileiro estuda criar cotas individuais de exportação para frigoríficos, a fim de organizar os embarques e evitar a sobretaxa. (Fonte: Cepea).

Solar Coca-Cola consolida estratégia regional com investimentos no Carnaval da Região Norte

A valorização da identidade cultural amazônica é o pilar da estratégia da Solar Coca-Cola, que confirmou o patrocínio a manifestações de grande relevância como o Carnaval de Vigia (PA), com 300 mil pessoas, e o CarnaBoi (AM), com mais de 20 mil foliões. A companhia garante a presença de marcas líderes como Coca-Cola, Crystal, Schweppes Mixed Drinks, Monster e Amstel nos momentos de maior celebração do público nortista. 

Segundo Natasha Castro, gerente de Conexão e Experiências da Solar, o apoio a essas festas reforça o compromisso da empresa com a valorização das tradições locais e o fomento à economia do estado, pois “na Solar, acreditamos que apoiar festas regionais e manifestações culturais tão importantes para nossa brasilidade como o Carnaval é uma forma de fortalecer a conexão com os consumidores”.

Sobre a Solar Coca-Cola

A Solar é uma das maiores fabricantes do mundo do Sistema Coca-Cola e conta com 13 fábricas espalhadas pelo Brasil. Com cerca de 120 centros de distribuição, entre próprios e terceirizados, a empresa atua em cerca de 70% do território brasileiro, operando nas regiões Norte, Nordeste e em parte do Centro-Oeste. A Solar conta com mais de 19 mil colaboradores e é responsável pela produção e distribuição para cerca de 380 mil pontos de venda, impactando positivamente mais de 80 milhões de brasileiros. (Fotos e fonte: Alice Araújo – fsb.).

RESGATE NO MAR

Uma lancha da Praticagem de Imbituba (SC) foi utilizada no resgate de uma idosa que passava mal a bordo de um navio de cruzeiro, a cerca de 3km da costa. Equipes de socorristas embarcaram na lancha, prestaram o primeiro atendimento e a levaram até o porto, de onde ela seguiu para o hospital. O caso aconteceu na noite do da sexta-feira (13).

Cooperar em atividades de busca e salvamento é uma obrigação de todo homem do mar e um dever previsto nas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem (NORMAM-311/DPC), inclusive com emprego da lancha de prático, que deve estar permanentemente disponível para o serviço e para ações de socorro. (Fonte e Fotos: Praticagem do Brasil).

ACONTECIMENTOS EM PAUTA

FRETE - A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aumentou a fiscalização para o transporte rodoviário de cargas desde outubro de 2025, resultando em um aumento de multas. A intensificação de mecanismos automáticos para verificação do cumprimento do piso mínimo do frete trouxe um efeito colateral relevante: a aplicação de critérios pensados para cargas lotação (LOT) a operações de frete fracionado, que seguem uma lógica completamente diferente. Para a Transvias, o resultado tem sido um aumento de autuações, insegurança jurídica e dificuldade operacional para transportadoras que trabalham com múltiplos embarques em uma mesma viagem — modelo amplamente utilizado no varejo, no e-commerce e no abastecimento de cidades médias e pequenas. (MUNDO LOGÍSTICA).

LEILÕES - Martelos batidos, agenda cheia na B3 e bilhões injetados na infraestrutura brasileira nos últimos anos. Quase um terço (31%) dos leilões federais de ferrovias, rodovias, portos e aeroportos desde a Lei das Concessões de 1995 foram realizados entre 2023 e 2025, segundo levantamento feito pelo Ministério de Transportes a pedido da Folha de S.Paulo. Para 2026, o governo prevê a continuidade desse ciclo de aporte, com planejamento de 20 certames no primeiro trimestre do ano. Os dados revelaram uma tendência de aumento de concessões desde a redemocratização. O governo Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, fez 26 leilões durante os dois mandatos, enquanto o governo Bolsonaro foi responsável por 45. (FOLHA DE SÃO PAULO).

MALHA FERROVIÁRIA - A VLI prevê investir cerca de R$ 1,2 bilhão na Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) em 2026. Os recursos serão destinados à manutenção da via permanente, do material rodante e a melhorias operacionais ao longo da malha ferroviária.  O investimento ocorre em um ano que pode marcar o início de um novo ciclo da concessão da FCA, que ainda está em processo de renovação. Mesmo sem a conclusão desse processo, 2026 será o quarto ano consecutivo em que a companhia destina mais de R$ 1 bilhão à ferrovia. Entre 2023 e 2026, o volume acumulado de investimentos na FCA deve chegar a R$ 4,8 bilhões. Desde 2014, os aportes realizados pela VLI na concessão somam mais de R$ 17 bilhões. (MUNDO LGÍSTICA).

SEGUNDA EDIÇÃO - O agro brasileiro, responsável por consolidar o país como um dos principais fornecedores de alimentos do mundo, é o protagonista do livro “Da Porteira para o Mundo – Volume 2”, que será lançado oficialmente no dia 24 de fevereiro, em evento na Livraria da Vila, no Shopping JK Iguatemi, às 17h, em São Paulo. A obra reúne relatos de produtores rurais, empresas e lideranças que contribuíram para moldar o setor ao longo dos últimos 60 anos.O livro contará com prefácio do governador do Paraná, Ratinho Junior, posfácio do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues e texto de contracapa assinado pelo ex-ministro da Agricultura Antonio Cabrera Mano Filho. As participações reforçam o caráter institucional da obra e sua conexão com a história recente da política agrícola brasileira. (EM CASO COMUNICAÇÃO)

Um maravilhoso e abençoado domingo a todos, a coluna volta na quarta-feira. DEUS É BOM.

Por: Coluna Luís Celso Borges

Via: Agência Logística de Notícias

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