Indústria em transformação: liderança técnica e visão estratégica no centro da gestão operacional

A excelência no processo de transformação industrial esbarra em alguns problemas recorrentes e fundamentais para a expansão da operação industrial, exigindo cada vez mais a presença de líderes híbridos e com visão holística. A Engemon OP traz Renato Schieber, executivo com sólida trajetória em operações industriais, para conduzir sua nova frente industrial com foco em segurança, governança e eficiência.

Indústria em transformação: liderança técnica e visão estratégica no centro da gestão operacional

O setor industrial brasileiro vive uma transformação profunda em sua governança operacional. Pressões por agilidade na resolução dos serviços internos e a necessidade de desburocratizar o atendimento terceirizado, somados à simplicidade nos processos internos, eficiência de custos, escassez de mão de obra qualificada e a crescente digitalização de sistemas produtivos estão redefinindo o papel das lideranças técnicas, que agora precisam integrar engenharia, gestão estratégica e tecnologia em um ambiente de alta complexidade.

É nesse cenário que a Engemon OP, unidade de Operações e Manutenção do Grupo Engemon, estruturou sua frente OP Industrial com a chegada de Renato Schieber, executivo com carreira consolidada em operações industriais e gestão de ativos críticos. A criação dessa frente e a contratação de um líder focado exclusivamente no segmento refletem um movimento estratégico de amadurecimento da operação industrial no Brasil.

Renato Schieber já esteve do outro lado da mesa no papel de cliente consumidor dos serviços industriais em grandes corporações, ponto que ampliou sua compreensão sobre os processos e os principais entraves para execução plena das atividades. Na passagem por um grupo nacional de referência em engenharia e serviços industriais, acumulou experiência na condução de contratos críticos e estruturas operacionais de alta performance em todo o território nacional. O executivo agrega ao desafio da Engemon OP uma combinação rara no mercado: experiência técnica de campo, gestão de grandes contratos e visão estratégica de negócio em ambientes industriais complexos.

Essa convergência de competências é cada vez mais exigida no mercado. Quase um quarto das empresas da construção, segundo o Relatório EMIS, identifica a falta de profissionais qualificados como um dos principais obstáculos ao crescimento, mesmo diante de mais de 57 mil empregos formais criados no segundo trimestre de 2025. A lacuna é ainda mais crítica quando se trata de profissionais capazes de operar e coordenar equipes em infraestrutura industrial integrada.

A Engemon OP já opera mais de 8 mil sites críticos em todo o país — incluindo data centers, hospitais e serviços de telecomunicações — com monitoramento 24/7 e uso crescente de ferramentas digitais para suporte à operação. A nova frente Industrial visa ampliar essa atuação para ambientes fabris, utilities e infraestruturas que exigem performance e controle de risco ainda mais rigorosos, impulsionados pela necessidade de continuidade de serviço.

A liderança de Renato Schieber apoiará um plano ambicioso: o chamado plano 3x3, que prevê triplicar o tamanho da operação da Engemon OP em três anos, elevando sua força de trabalho de mais de 400 colaboradores para cerca de 1.500 profissionais. Essa expansão não é apenas de escala, mas de capacidade técnica e governança operacional.

A digitalização industrial vem ganhando espaço no Brasil, acompanhando tendências globais. A consultoria Grand View Research projeta que o mercado global de manutenção preditiva deve alcançar US$ 60 bilhões até 2030, à medida que empresas usam inteligência artificial e analytics para antecipar falhas, reduzir paradas não programadas e aumentar confiabilidade. Para executivos e gestores, isso significa maior necessidade de liderança com visão sistêmica e habilidade de integrar tecnologia à operação.

Além disso, o aumento de ameaças digitais — com crescimento de 13% nos ataques de ransomware a sistemas industriais em 2025, segundo levantamento da EMIS — coloca a segurança operacional no centro da agenda de liderança. Garantir disponibilidade, proteger dados e mitigar riscos tornou-se uma função estratégica que atravessa níveis hierárquicos e impacta o desempenho geral da empresa.

Com faturamento consolidado superior a R$ 1,3 bilhão e atuação integrada em engenharia, energia e tecnologia, o Grupo Engemon amplia sua atuação em segmentos que exigem não apenas capacidade técnica, mas governança e visão estratégica de longo prazo. A chegada de Renato Schieber como head da OP Industrial é um sinal claro de que a gestão da operação industrial caminha para uma nova fase — em que liderança técnica, segurança e gestão baseada em dados são pilares essenciais para enfrentar os desafios da economia moderna.

 


Fonte: CORP Comunicação – Assessoria de Imprensa da Engemon

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