Marinha do Brasil leva atendimentos médicos e serviços de cidadania para comunidades ribeirinhas na Ilha do Marajó (PA)

Coluna Luís Celso Borges - Edição de domingo

Marinha do Brasil leva atendimentos médicos e serviços de cidadania para comunidades ribeirinhas na Ilha do Marajó (PA)

A Marinha do Brasil realizou a Operação “ACiSo I – Chance para Todos 2026”, levando atendimentos de saúde e serviços de cidadania a comunidades ribeirinhas do Pará. A ação ocorreu entre 24 de fevereiro e 10 de março, a bordo do Navio-Auxiliar “Pará”, subordinado ao Comando do 4º Distrito Naval, e beneficiou moradores dos municípios de Oeiras do Pará, Breves, Melgaço e Portel.

A operação evidenciou os desafios logísticos para levar assistência às comunidades de difícil acesso da região amazônica. Para ampliar a capacidade de atendimento, foram empregados outros meios, como a aeronave UH-15 “Super Cougar”, do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41). Além desses meios, foram utilizadas duas Lanchas de Operações Ribeirinhas e uma Lancha de Ação Rápida, do Grupo de Embarcações de Operações Ribeirinhas do Norte (GrEOpRibN), bem como o Aviso-Auxiliar “Breves”, do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte. No município de Melgaço, essa embarcação foi responsável pelo transporte de pacientes até o Navio-Auxiliar “Pará”, em virtude das restrições à navegação na região.

O município de Melgaço possui o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Por isso, foi definido como um dos pontos prioritários para a realização da Ação Cívico-Social, devido à vulnerabilidade social e às dificuldades de acesso a serviços de saúde e de cidadania.

O Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Adriano Marcelino Batista, e o Comandante do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, Capitão de Mar e Guerra Guilherme Barros Moreira, acompanharam as atividades desenvolvidas e destacaram a importância da ação para o fortalecimento da presença da MB na região amazônica. A operação também contou com a presença dos Promotores de Justiça do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Nadilson Portilho Gomes, João Batista de Araújo Cavaleiro de Macêdo Junior e Louise Rejane de Araújo Silva, que participaram das atividades voltadas à garantia de direitos e à orientação e regularização documental da população atendida.

O apoio de instituições parceiras foi fundamental para a diversidade de serviços ofertados, entre elas destaca-se a Justiça Federal, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (SEGUP), a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (SESPA), a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda do Pará (SEASTER), o Instituto de Navegação e Sustentabilidade da Amazônia (INSA), a Universidade do Estado do Pará (UEPA) e a Universidade Estadual de Campinas, por meio da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da UNICAMP (FOP/UNICAMP). Também participaram organizações da sociedade civil, como as ONGs Américas Amigas, Amigos Voluntários do Pará e o Grupo Flores Ribeirinhas.

As instituições parceiras desempenharam papel fundamental no atendimento às comunidades mais carentes, oferecendo serviços de cidadania e assistência social. A Polícia Civil, por exemplo, emitiu 683 carteiras de identidade, garantindo a documentação básica para moradores que enfrentam dificuldades de acesso a órgãos públicos. A Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda do Pará (SEASTER) entregou 154 carteiras de trabalho, 108 registros de primeiro ofício, 216 carteiras de artesão, além de 456 certidões de nascimento e 11 certidões de casamento, facilitando o acesso da população a direitos civis e oportunidades de emprego.

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) realizou alterações em 21 certidões de nascimento, emitiu 18 novas certidões, alterou 3 certidões de casamento e retificou 18 registros civis, assim como registrou 1 pensão alimentícia, 1 processo de curatela e 1 denúncia criminal, garantindo a regularização documental e a proteção legal da população.

A Justiça Federal prestou 39 orientações jurídicas e concedeu diversos benefícios sociais, incluindo 97 salários-maternidade rural, 25 seguros-defeso, 25 aposentadorias rurais, 5 pensões por morte rural, 28 benefícios assistenciais para pessoas com deficiência e 30 benefícios assistenciais por incapacidade, promovendo inclusão social e amparo a famílias em situação de vulnerabilidade.

Com essas ações integradas, a operação reforçou o compromisso das instituições parceiras em levar serviços essenciais, documentação e orientação legal a regiões de difícil acesso, fortalecendo a cidadania e melhorando a qualidade de vida da população ribeirinha. (Fonte e Fotos: Agência Marinha de Notícias).

Cibra inaugura lounge no Cubo Itaú e fortalece estratégia de inovação aberta

Como parte de sua estratégia de inovação e conexão com o universo de tecnologia, a Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, inaugura, em 17 de março, seu lounge no Cubo Itaú, ecossistema de inovação da América Latina. A iniciativa reforça o posicionamento da companhia na agenda de transformação do agronegócio, ampliando sua proximidade com startups e empresas de base tecnológica.  

A presença no Cubo representa um movimento estratégico para impulsionar a identificação, o teste e a implementação de soluções voltadas à eficiência operacional, digitalização, sustentabilidade e novos modelos de negócio. Ao integrar um dos principais hubs de inovação do país, a Cibra amplia seu acesso a tecnologias emergentes, conexões qualificadas e oportunidades de co-desenvolvimento com startups alinhadas aos seus desafios estratégicos. O espaço de 35 m² foi concebido para promover reuniões técnicas e conexões com empresas.

Lançamento

Na mesma ocasião, a Cibra lança o Seiva, programa de inovação aberta que atuará de forma complementar às frentes de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia. Enquanto o P&D permanece focado na evolução técnica de produtos, formulações e tecnologias agronômicas, a inovação aberta se concentrará na conexão com startups para impulsionar ganhos de eficiência, digitalização de processos e desenvolvimento colaborativo de soluções com impacto direto no negócio. (Foto e fonte: Grupo Printer Comunicação).

ACONTECIMENTOS EM PAUTA

Axia (AXIA3) - A Axia informou a indicação de candidatos ao Conselho Fiscal para a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária marcada para 15 de abril de 2026.

Banco Bmg (BMGB4) - O Banco Bmg aprovou a homologação da totalidade do aumento de capital social previamente aprovado no dia 21 de janeiro de 2026, após concluído o processo de subscrição particular de 49.195.402 novas ações nominativas e sem valor nominal, sendo 31.588.852 ações ordinárias e 17.606.550 ações preferenciais sem direito a voto, ao preço de R$ 4,35 por ação, totalizando um aumento de capital no valor total de R$ 214 milhões.

Bemobi (BMOB3) - A Bemobi Mobile reportou lucro líquido ajustado de R$ 61 milhões no quarto trimestre de 2025, crescimento de 31% na comparação anual, impulsionado pela expansão operacional e menor carga tributária no período.

Cemig (CMIG4) - A ⁠Cemig teve lucro ⁠líquido de R$1,88 bilhão ‌no quarto trimestre de 2025, aumento de ‌88% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado na noite de quinta-feira.

Cyrela (CYRE3) - A Cyrela teve lucro líquido de R$682 milhões no quarto trimestre, alta de 37% na comparação com o mesmo período do ano anterior, superando as estimativas do mercado, segundo balanço publicado nesta quinta-feira.

ISA Energia (ISAE3) e Axia (AXIA3) - A transmissora ⁠ISA Energia ⁠disse na noite de quinta-feira ‌que concluiu a assinatura do contrato de compra e ‌venda de ações com a Axia Energia (AXIA3) para descruzamento das participações societárias na IE Madeira e na ⁠IE ‌Garanhuns, conforme fato relevante.

Lopes Brasil (LPSB3) - A Lopes Brasil (LPSB3) registrou lucro líquido de R$ 6,6 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 133% na comparação anual, refletindo melhora relevante na rentabilidade mesmo em um cenário de queda de volumes. No acumulado do ano, o lucro cresceu 138%.

Panvel (PNVL3) - O Grupo Panvel registrou lucro líquido ajustado recorde de R$ 45,2 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 35% na comparação anual. O resultado foi impulsionado pelo avanço das vendas e ganhos de eficiência operacional.

Riachuelo (RIAA3) - A Riachuelo informou nesta quinta-feira (19) que, diante da recente instabilidade do cenário geopolítico e consequente volatilidade do mercado de capitais, decidiu suspender os estudos a respeito da realização de oferta pública subsequente de distribuição primária de ações ordinárias de sua emissão.

Sequoia (SEQL3) - A Sequoia Logística e Transportes S.A. informou a atualização do cronograma de divulgação das demonstrações financeiras de 2025.

Tecnisa (TCSA3) - A Tecnisa S.A. informou que decidiu retirar as projeções de lançamentos e de margem bruta para o empreendimento Jardim das Perdizes, divulgadas anteriormente como guidance.

Tupy (TUPY3) - A Tupy teve prejuízo líquido ⁠de R$626,5 milhões no quarto trimestre de 2025, 6,4 vezes acima da perda de R$97,7 milhões registrada um ano antes, divulgou nesta quarta-feira a multinacional brasileira do setor ‌de metalurgia.

Unipar (UNIP6) - No quarto trimestre, a Unipar teve prejuízo líquido de R$ 7 milhões, frente a R$ 293 milhões de lucro no mesmo período de 2024. O Ebitda também caiu 71%, para R$ 125 milhões, e a margem foi de 10%, com queda de 17 p.p. na comparação com o quarto trimestre de 2024.

Westwing (WEST3) - A Westwing apresentou resultado praticamente estável no quarto trimestre de 2025, com prejuízo líquido de R$ 0,4 milhão, reduzindo as perdas em R$ 1,5 milhão na comparação anual e mantendo a trajetória de melhora operacional.

Wiz Co (WIZC3) - A Wiz Co, corretora de seguros e distribuidora de consórcios e crédito, registrou lucro líquido atribuído à controladora de R$ 49,6 milhões no quarto trimestre de 2025, de acordo com balanço divulgado na quinta-feira (19).

Lojas Renner (LREN3) - O Conselho de Administração da Lojas Renner aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio pela Companhia (JCP), relativo ao exercício de 2026, no valor bruto de R$ 217,4 milhões, correspondentes a R$ 0,222698 por ação. (Fonte: Empresas, ADVFN, infomoney, Genial Investimentos, Finance News, Reuters, Estadão, Bloomberg).

Um maravilho e abençoado domingo a todos, a coluna volta na quarta-feira. DEUS É BOM.

Fonte: Coluna Luís Celso Borges

Via: Agência Logística de Notícias

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