Rede Mesh amplia cobertura do rastreamento e responde por quase 10% dos sinais de recuperação em 2025

Tecnologia transforma veículos rastreados em antenas móveis e ganha relevância em estados com menor cobertura fixa. Em Goiás e Mato Grosso do Sul foi responsável por 100% dos chamados

Rede Mesh amplia cobertura do rastreamento e responde por quase 10% dos sinais de recuperação em 2025

A ampliação da cobertura de rastreamento em um país de dimensões continentais segue como um dos principais desafios para a recuperação de veículos e cargas. Por isso, tecnologias que ampliam a área de cobertura têm ganhado espaço nas operações. Em 2025, a Rede Mesh respondeu por 9,96% dos sinais iniciais de localização em ocorrências atendidas com a tecnologia de radiofrequência (RF) da maior empresa de rastreamento e localização de veículos no Brasil.

Desenvolvida pelo Grupo Tracker, ela permite a comunicação direta entre dispositivos instalados nos veículos. Na prática, cada equipamento passa a funcionar como uma antena móvel, capaz de captar e retransmitir sinais, formando uma rede dinâmica que se desloca pelas estradas e centros urbanos. Essa estrutura amplia o alcance do rastreamento, especialmente em regiões com menor densidade de antenas fixas. “É uma tecnologia que transforma a lógica tradicional de cobertura. Em vez de depender exclusivamente de antenas fixas, passamos a contar com uma rede em movimento, que acompanha a dinâmica das rotas logísticas no país”, explica o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa.

Atualmente, a Rede Mesh conta com mais de 40 mil equipamentos ativos em circulação, somando-se a uma infraestrutura de 336 antenas fixas e 106 antenas móveis, entre viaturas e aeronaves. Esse conjunto forma a maior estrutura de rastreamento por RF da América Latina.

Os dados de 2025 mostram que, em Goiás e Mato Grosso do Sul, 100% dos sinais iniciais de localização das ocorrências foram captados por meio da Rede Mesh. No Mato Grosso, o índice chegou a 93,75%. Em Santa Catarina, a participação foi de 66,67%; no Paraná, 38,46%; na Bahia, 33,33%; e no interior de São Paulo, 25,36%.

Em regiões mais afastadas dos grandes centros ou com menor infraestrutura de telecomunicações, a Rede Mesh se torna decisiva. “O resultado desse conjunto de diferentes tipos de antenas atuando de forma integrada, comunicação por frequência exclusiva e inteligência operacional é um índice superior a 90% de recuperação de caminhões quando o aviso é feito na primeira hora”, conclui Corrêa.

 

Fonte: Vanessa Brauer - DOC PRESS Comunicação

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